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	<title>Arquivos Tesouro Nacional -</title>
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	<title>Arquivos Tesouro Nacional -</title>
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		<title>Crítica ao Tesouro Pelo Empréstimo aos Correios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Correios]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empréstimo Correios tem sido um tema polêmico, especialmente após a crítica do ministro à atuação do Tesouro Nacional na concessão de garantias para um empréstimo de R$ 12 bilhões aos Correios. Este artigo se aprofundará nas implicações legais e financeiras dessa operação, que, segundo o ministro, fere a Lei de Responsabilidade Fiscal. Além disso, será&#8230;&#160;<a href="https://gaveine.com/critica-ao-tesouro-pelo-emprestimo-aos-correios/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Crítica ao Tesouro Pelo Empréstimo aos Correios</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Empréstimo Correios</strong> tem sido um tema polêmico, especialmente após a crítica do ministro à atuação do Tesouro Nacional na concessão de garantias para um empréstimo de R$ 12 bilhões aos Correios.</p>
<p>Este artigo se aprofundará nas implicações legais e financeiras dessa operação, que, segundo o ministro, fere a Lei de Responsabilidade Fiscal.</p>
<p>Além disso, será abordada a análise superficial da capacidade de pagamento da empresa, as questões de segurança jurídica e a necessidade de um controle mais rigoroso por parte do governo federal para garantir a saúde financeira dos Correios, que buscam um novo empréstimo de R$ 7 bilhões para sua reestruturação econômica.</p>
<h2>Críticas do Ministro à Garantia do Tesouro Nacional</h2>
<p>A crítica do ministro à garantia concedida pelo Tesouro Nacional ao empréstimo de R$ 12 bilhões aos Correios expõe um ponto sensível da gestão fiscal: a necessidade de verificar, com rigor, se a estatal realmente tem capacidade de honrar a operação sem transferir risco excessivo à União.</p>
<p>Ao apontar que a atuação do Tesouro <strong>“fere de morte” a Lei de Responsabilidade Fiscal</strong>, o ministro sinaliza que a análise adotada foi superficial, mais formal do que substancial, e insuficiente para sustentar uma decisão dessa magnitude.</p>
<p>Nesse contexto, a preocupação não se limita ao contrato já firmado, porque os Correios buscaram novo financiamento de R$ 7 bilhões para sustentar sua reestruturação econômica.</p>
<p>Assim, cresce a exigência de controles mais robustos, já que uma garantia mal fundamentada fragiliza a segurança jurídica, amplia a exposição do erário e pressiona o governo a estabelecer mecanismos capazes de assegurar pelo menos R$ 6 bilhões em aporte até o fim de 2027.</p>
<h2>Avaliação Superficial da Capacidade de Pagamento dos Correios</h2>
<p>A análise do Tesouro foi considerada superficial porque se limitou a verificar a disponibilidade imediata de caixa para honrar parcelas do empréstimo, sem cruzar essa informação com a geração recorrente de recursos, a evolução do lucro operacional e o peso das provisões.</p>
<p>Assim, <u><strong>a insuficiência da análise comprometeu a avaliação real da capacidade de pagamento</strong></u>, já que caixa momentâneo não garante solvência futura.</p>
<p>Também faltou projetar cenários de estresse, testar a sustentabilidade da reestruturação e medir o impacto do novo endividamento sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, cuja lógica exige prudência e mensuração integral do risco fiscal.</p>
<p>Além disso, o Tesouro deveria ter aprofundado a qualidade da receita líquida, o comportamento do endividamento e a necessidade de aportes até 2027, verificando se as projeções dos Correios eram consistentes com a recuperação operacional.</p>
<p>Sem essa leitura estruturada, a garantia da União ampliou a exposição fiscal e fragilizou a segurança jurídica da operação.</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Indicador</th>
<th>Valor 2023</th>
<th>Limite LRF</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Receita Líquida</td>
<td>Não evidenciada na análise</td>
<td>Exige projeção consistente</td>
</tr>
<tr>
<td>Endividamento</td>
<td>Elevado e crescente</td>
<td>Compatível com a capacidade de pagamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Limites da LRF</td>
<td>Risco fiscal não aprofundado</td>
<td>Observância integral</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Consequências para a União e para a Segurança Jurídica</h2>
<p>A falta de robustez na análise do Tesouro Nacional ao conceder garantia ao empréstimo de R$ 12 bilhões dos Correios ampliou a exposição da União a <strong>obrigações financeiras imprevisíveis</strong> e enfraqueceu a previsibilidade das regras fiscais.</p>
<p>Quando a avaliação da capacidade de pagamento fica superficial, o Estado assume risco sem base técnica suficiente, o que compromete a <u><strong>segurança jurídica</strong></u> e abre espaço para questionamentos de controle.</p>
<p>Além disso, esse tipo de falha reduz a credibilidade das garantias públicas, porque sinaliza que a decisão pode ter ignorado o desequilíbrio estrutural da estatal.</p>
<p>O resultado é uma pressão direta sobre o orçamento e sobre futuras operações de crédito, inclusive a nova busca por R$ 7 bilhões.</p>
<p>Como referência, o <a href="https://www.gov.br/tesouronacional/pt-br/noticias/tesouro-nacional-divulga-a-7a-edicao-do-relatorio-de-riscos-fiscais-da-uniao" alt="Relatório de Riscos Fiscais da União do Tesouro Nacional">Relatório de Riscos Fiscais da União do Tesouro Nacional</a> ajuda a dimensionar essa exposição.</p>
<ol>
<li><strong>Risco fiscal</strong>.</li>
<li><strong>Insegurança jurídica</strong>.</li>
<li><strong>Pressão sobre a credibilidade das garantias públicas</strong>.</li>
</ol>
<h2>Uso dos R$ 12 Bilhões e Novo Pedido de Financiamento de R$ 7 Bilhões</h2>
<p><u>Reestruturação Econômica</u> Os <strong>R$ 12 bilhões</strong> foram destinados a recompor o caixa, modernizar a logística e reduzir passivos que pressionavam a operação dos Correios.</p>
<p>Assim, a estatal reforçou investimentos em tecnologia, centros de triagem e distribuição, além de custos urgentes com dívidas e obrigações acumuladas.</p>
<p>O pacote também deu fôlego para reorganizar contratos e sustentar o plano de recuperação.</p>
<blockquote><p>O empréstimo tem prazo de 15 anos, com 3 anos de carência e juros de 115% do CDI.</p>
</blockquote>
<p> Com isso, a empresa buscou preservar a continuidade do serviço e melhorar sua capacidade de entrega.</p>
<p><u>Busca por Novo Empréstimo</u> Agora, os Correios negociam <strong>R$ 7 bilhões</strong> adicionais porque o primeiro aporte não eliminou o desequilíbrio financeiro.</p>
<p>Além disso, a receita ainda não cobre integralmente a estrutura de custos, enquanto a pressão por capital de giro permanece alta.</p>
<p>Dessa forma, a nova operação deve financiar despesas operacionais, acelerar ajustes internos e evitar nova deterioração do caixa, sobretudo diante da necessidade de manter a reestruturação em andamento.</p>
<h2>Mecanismos de Controle e Meta de Aportes até 2027</h2>
<p>O governo federal recebeu a determinação de criar mecanismos de controle mais rígidos para acompanhar os aportes aos Correios e reduzir riscos fiscais.</p>
<p>Isso inclui um cronograma claro de desembolsos, com metas intermediárias, indicadores de desempenho e revisões periódicas da execução financeira e operacional.</p>
<p>Além disso, a avaliação da capacidade de pagamento da estatal precisa deixar de ser superficial e passar por critérios técnicos consistentes, porque a falta de análise robusta enfraquece a segurança jurídica e amplia a exposição da União.</p>
<p>Nesse cenário, a exigência central é <u><strong>aportar no mínimo R$ 6 bilhões até 2027</strong></u>, valor considerado essencial para sustentar a reestruturação e evitar um colapso da empresa.</p>
<p>Com acompanhamento contínuo, o governo pode corrigir desvios com rapidez, condicionar novos repasses ao cumprimento de metas e garantir que o socorro financeiro não se transforme em passivo crescente para o Tesouro.</p>
<p><strong>Em resumo</strong>, a situação dos Correios e a recente concessão de empréstimos exigem uma análise crítica e um aperfeiçoamento nas avaliações financeiras, visando proteger os interesses da União e garantir a sustentabilidade da empresa a longo prazo.</p>
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		<title>TCU Critica Empréstimo dos Correios e Risco Fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 20:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo Correios]]></category>
		<category><![CDATA[garantia soberana]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empréstimo Correios se tornou um tema central nas discussões sobre a saúde financeira da empresa e a atuação do Tesouro Nacional. O recente empréstimo de R$ 12 bilhões, garantido pelo governo, levanta sérias questões sobre a responsabilidade fiscal e a gestão de recursos públicos. Neste artigo, exploraremos as críticas do Tribunal de Contas da União&#8230;&#160;<a href="https://gaveine.com/tcu-critica-emprestimo-dos-correios-e-risco-fiscal/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">TCU Critica Empréstimo dos Correios e Risco Fiscal</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Empréstimo Correios</strong> se tornou um tema central nas discussões sobre a saúde financeira da empresa e a atuação do Tesouro Nacional.</p>
<p>O recente empréstimo de R$ 12 bilhões, garantido pelo governo, levanta sérias questões sobre a responsabilidade fiscal e a gestão de recursos públicos.</p>
<p>Neste artigo, exploraremos as críticas do Tribunal de Contas da União (TCU) à concessão dessa garantia, a grave crise enfrentada pelos Correios e as implicações da falta de uma análise rigorosa na sua reestruturação.</p>
<p>A situação atual não apenas afeta a empresa, mas também expõe a União a riscos fiscais significativos, exigindo atenção urgente das autoridades competentes.</p>
<p></strong></p>
<h2>Questionamento do TCU sobre a Garantia Soberana de R$ 12 bilhões</h2>
<p>O ministro do TCU avaliou que a garantia soberana do Tesouro aos Correios, no valor de R$ 12 bilhões, pode ferir a <u>Lei de Responsabilidade Fiscal</u> porque a União assumiu um risco relevante sem demonstrar, de forma robusta, que a estatal tem capacidade real de honrar a dívida.</p>
<p>A Corte apontou que a análise foi superficial e meramente contábil, sem exame técnico consistente sobre fluxo de caixa, premissas do plano de reestruturação e necessidade de avaliação externa.</p>
<p>Além disso, em 2023, os Correios já registravam patrimônio líquido negativo e classificação de alto risco, o que reforça a preocupação com a viabilidade do crédito.</p>
<p>Como a operação integra um plano de recuperação mais amplo, que ainda prevê novo empréstimo de R$ 7 bilhões e possível aporte federal de pelo menos R$ 6 bilhões até 2027, o TCU cobrou mais rigor para evitar que a garantia pública se transforme em passivo fiscal para a União.</p>
<h2>Análise de Capacidade de Pagamento e a Crise Histórica dos Correios</h2>
<p>O Tribunal de Contas da União apertou a fiscalização sobre os Correios ao exigir o aperfeiçoamento da análise de capacidade de pagamento antes de qualquer novo socorro financeiro.</p>
<p>A medida ganha peso porque a estatal atravessa <strong>sua pior crise histórica</strong>, com prejuízo elevado, pressão por caixa e dependência de crédito com garantia da União.</p>
<p>Em 2023, a empresa já exibiu <u>patrimônio líquido negativo</u>, sinal claro de deterioração patrimonial e de fragilidade para honrar compromissos.</p>
<p><strong>O alerta do TCU é direto</strong>: a avaliação do Tesouro Nacional foi superficial e apenas contábil, sem aprofundar premissas financeiras, riscos operacionais e viabilidade real do plano de reestruturação.</p>
<blockquote><p>Fonte: TCU e Agência Brasil</p></blockquote>
<ul>
<li>Patrimônio líquido negativo em 2023</li>
<li>Classificação de alto risco</li>
<li>Avaliação de capacidade de pagamento considerada insuficiente</li>
<li>Exposição fiscal da União em alta</li>
</ul>
<p>Além disso, o tribunal apontou que a falta de análise externa compromete a credibilidade do plano e amplia a necessidade de controle contínuo sobre os empréstimos e aportes previstos até 2027. <strong>Sem rigor técnico, o risco fiscal cresce</strong>.</p>
<h2>Falhas na Avaliação do Tesouro e o Plano de Reestruturação</h2>
<p>A avaliação do Tesouro Nacional em relação à concessão de garantia soberana para o empréstimo de R$ 12 bilhões aos Correios foi considerada superficial, pois se baseou em análises meramente contábeis, sem incluir uma avaliação aprofundada da real capacidade de pagamento da empresa.</p>
<p>Este empréstimo faz parte de um ousado plano de reestruturação, projetado para resgatar os Correios de sua atual crise histórica, que inclui um patrimônio líquido negativo e classificação de alto risco.</p>
<p>Além disso, a empresa busca captar mais R$ 7 bilhões, colocando em evidência a urgência de um rigoroso acompanhamento das premissas financeiras para garantir a viabilidade do plano e a segurança fiscal da União.</p>
<h2>Perigo da Falta de Avaliação Externa</h2>
<p>A ausência de avaliação externa <strong>enfraquece</strong> as premissas financeiras dos Correios, porque deixa projeções de receita, corte de custos e geração de caixa sem validação independente.</p>
<p>Assim, o plano passa a depender de números internos, mais sujeitos a otimismo excessivo e a falhas de premissas.</p>
<p>Além disso, o risco não fica restrito à estatal: com a garantia soberana, a União absorve a eventual frustração do pagamento.</p>
<p><u><strong>Sem revisão técnica externa, a viabilidade do plano perde credibilidade e amplia a exposição fiscal do governo</strong></u>.</p>
<p>O TCU alertou para esse problema ao apontar fragilidades na análise do Tesouro, considerada superficial e meramente contábil.</p>
<h2>Riscos Fiscais para a União e Mecanismos de Controle</h2>
<p>O <u><strong>risco fiscal</strong></u> nasce quando a garantia soberana transfere à União a responsabilidade final por um crédito de R$ 12 bilhões aos Correios, sem uma verificação robusta da capacidade de pagamento da estatal.</p>
<p>O TCU apontou que a análise do Tesouro foi superficial e quase só contábil, o que enfraquece a segurança jurídica e amplia a chance de a União ter de honrar a dívida.</p>
<p>Além disso, os Correios já exibiam patrimônio líquido negativo em 2023 e foram classificados como de alto risco, o que agrava a probabilidade de inadimplência e pressiona as contas públicas.</p>
<p>Nesse cenário, a falta de avaliação externa e de premissas financeiras mais realistas compromete a viabilidade do plano de reestruturação e pode transformar o socorro em passivo permanente para o governo federal.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o plano prevê que a União aporte pelo menos R$ 6 bilhões até 2027, o que exige <u><strong>controle contínuo</strong></u> sobre metas, desembolsos e resultados operacionais.</p>
<p>Para reduzir o risco de novas frustrações, o governo deverá monitorar a evolução do caixa, rever projeções de receita, acompanhar cortes de custo e exigir relatórios periódicos de execução.</p>
<p>O TCU também indicou que a ausência de mecanismos externos de validação fragiliza o processo decisório, porque impede checar se as premissas de recuperação realmente sustentam o endividamento adicional.</p>
<p>Assim, a governança precisa combinar fiscalização financeira, transparência e gatilhos de correção para evitar que a garantia da União e os aportes recorrentes ampliem a exposição fiscal até 2027.</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Ano</th>
<th>Aporte (R$ bi)</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>2024</td>
<td>1,0</td>
</tr>
<tr>
<td>2025</td>
<td>1,5</td>
</tr>
<tr>
<td>2026</td>
<td>1,5</td>
</tr>
<tr>
<td>2027</td>
<td>2,0</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<blockquote><p>Fonte: acórdão do TCU sobre a garantia da União ao empréstimo dos Correios e sobre o monitoramento do plano de reestruturação</p></blockquote>
<p><strong>Em suma, a concessão do empréstimo aos Correios representa um dilema fiscal para o governo.</p>
<p>A necessidade de uma gestão mais criteriosa e transparente se faz imperativa para garantir a viabilidade da reestruturação e a proteção dos interesses da União.</p>
<p></strong></p>
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