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	<title>Arquivos corte de juros -</title>
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	<title>Arquivos corte de juros -</title>
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		<title>União na Redução da Taxa Selic Para 14,25%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 20:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária]]></category>
		<category><![CDATA[corte de juros]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redução da Selic é o tema central deste artigo, que examina a recente decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil de cortar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, passando para 14,25% ao ano. Esta movimentação não apenas reflete a necessidade de estimular a economia em um cenário de moderação,&#8230;&#160;<a href="https://gaveine.com/uniao-na-reducao-da-taxa-selic-para-14-25/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">União na Redução da Taxa Selic Para 14,25%</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Redução da Selic</strong> é o tema central deste artigo, que examina a recente decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil de cortar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, passando para 14,25% ao ano.</p>
<p>Esta movimentação não apenas reflete a necessidade de estimular a economia em um cenário de moderação, mas também traz à tona preocupações com a inflação e os riscos associados.</p>
<p>Analisaremos como essa redução pode impactar o mercado financeiro, a atividade econômica e os desafios inflacionários globais que o Brasil enfrenta atualmente.</p>
<h2>Redução da Selic e Continuidade do Ciclo de Cortes</h2>
<p><p>O <strong>Copom</strong> reduziu a <strong>Selic</strong> em <strong>0,25 ponto percentual</strong>, levando a taxa para <strong>14,25% ao ano</strong>.</p>
<p>Assim, o Banco Central mantém a trajetória de flexibilização monetária iniciada em março, em uma decisão <strong>unânime</strong> entre os membros do comitê.</p>
</p>
<p>A leitura do cenário combina moderação da atividade econômica com um mercado de trabalho ainda resiliente.</p>
<p>Além disso, o comitê destacou riscos inflacionários relevantes, como a desancoragem das expectativas, a persistência da inflação de serviços e os efeitos de políticas econômicas que estimulem a demanda agregada.</p>
</p>
<p>Outro ponto de atenção é o ambiente externo, já que tensões geopolíticas e a incerteza sobre trégua em conflitos elevam a volatilidade dos preços.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o <u><strong>El Niño</strong></u> pode pressionar custos de alimentos e energia, reforçando a cautela na condução da política monetária.</p>
</p>
<p>Com isso, o mercado financeiro passou a projetar <strong>13,75%</strong> para o fim do ano, enquanto a autoridade monetária sinaliza que novos cortes dependerão da evolução da inflação e da atividade.</p>
</p>
<h2>Contexto Econômico Interno</h2>
<p>A <strong>moderação da atividade econômica</strong> sinaliza perda de fôlego em setores sensíveis ao crédito, o que reduz a necessidade de manter juros tão altos por mais tempo.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a <strong>resiliência do mercado de trabalho</strong> sustenta a renda das famílias e preserva o consumo, evitando uma desaceleração brusca da economia.</p>
<p>Nesse equilíbrio, o Copom encontra espaço para cortar a Selic de forma cautelosa, sem perder de vista os riscos inflacionários.</p>
<p>Além disso, a decisão de reduzir a taxa em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano, reforça que o Banco Central avalia o comportamento da demanda com atenção.</p>
<p>Embora o emprego siga firme, a atividade já mostra sinais de moderação, o que ajuda a conter pressões de preços no curto prazo e permite uma política monetária menos restritiva.</p>
<h2>Tensões Inflacionárias Globais</h2>
<p>O Copom avalia que as <u><strong>tensões inflacionárias globais</strong></u> ganharam força com a guerra entre Estados Unidos e Irã, porque o choque geopolítico elevou o prêmio de risco, pressionou petróleo, fretes e cadeias de suprimento.</p>
<p>Além disso, a chance de interrupções no Estreito de Ormuz mantém os mercados em alerta, o que pode espalhar alta de preços para combustíveis, alimentos e energia.</p>
<blockquote><p>Fonte: conflito no Oriente Médio e seus efeitos sobre energia e mercados.</p>
</blockquote>
<p>Ao mesmo tempo, a incerteza sobre a trégua impede uma leitura estável do cenário externo.</p>
<p>Mesmo quando surgem sinais de alívio, o Copom observa que uma nova escalada pode reacender a volatilidade e desancorar expectativas de inflação.</p>
<p>Por isso, a autoridade monetária trata esse ambiente como um risco relevante para a convergência dos preços, sobretudo se a atividade doméstica ganhar força e ampliar a pressão de demanda.</p>
<h2>Diretrizes do Copom e Riscos Inflacionários</h2>
<p><p>As novas diretrizes do Copom mostram que a aceleração da atividade econômica passou a ser vista como risco inflacionário, pois um ritmo mais forte de consumo, produção e crédito pode pressionar preços e dificultar a convergência da inflação à meta.</p>
<p>Além disso, o Banco Central reforça que a leitura do cenário depende da persistência dos efeitos sobre serviços, das expectativas do mercado e do ambiente externo, especialmente em meio a tensões globais e incertezas fiscais e econômicas.</p>
<p>Nesse contexto, o foco do comitê recai sobre fatores que podem ampliar a pressão sobre os preços e exigir postura monetária mais cautelosa.</p>
</p>
<ul>
<li><strong>Desancoragem das expectativas de inflação:</strong> quando famílias e empresas deixam de acreditar na convergência da inflação à meta, os reajustes tendem a ganhar força e a política monetária perde eficácia.</li>
<li><strong>Resiliência da inflação de serviços:</strong> serviços costumam responder lentamente ao aperto monetário, mantendo pressões por salários, contratos e demanda ainda aquecida.</li>
<li><strong>Impacto de políticas econômicas:</strong> medidas que alterem preços administrados, impostos, crédito ou gasto público podem elevar a inflação e contaminar as projeções.</li>
<li><strong>Estímulos à demanda agregada:</strong> quando a demanda cresce mais rápido que a oferta, aumenta a pressão sobre bens e serviços e, consequentemente, sobre o nível geral de preços.</li>
</ul>
<h2>Efeitos do El Niño nas Pressões de Preços</h2>
<p>O <strong>El Niño</strong> altera o regime de chuvas, eleva a frequência de estiagens e desorganiza o calendário do campo, o que reduz a <strong>produtividade agrícola</strong> e encarece o abastecimento de alimentos.</p>
<p>Além disso, a menor regularidade hídrica afeta irrigação, pastagens e logística, pressionando custos de produção e aumentando perdas em culturas sensíveis ao calor e à seca.</p>
<p>Como resultado, produtores repassam parte desse choque ao consumidor, principalmente em itens mais voláteis da cesta alimentar.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os <strong>custos de energia</strong> podem subir quando reservatórios ficam mais pressionados e a geração depende de fontes mais caras, o que amplia a conta de luz e o custo industrial.</p>
<p>Dessa forma, o fenômeno intensifica pressões inflacionárias adicionais, já que energia e alimentos pesam diretamente no índice de preços e ainda contaminam transportes, serviços e expectativas de inflação.</p>
<p><u><strong>Quando esses efeitos ocorrem juntos, o Banco Central tende a manter vigilância mais rígida sobre a dinâmica dos preços</strong></u>.</p>
<h2>Expectativas do Mercado para a Selic em 2024</h2>
<p><p>As <strong>expectativas do mercado financeiro</strong> para a Selic em 2024 apontam para um encerramento do ano em <strong>13,75%</strong>, sinalizando uma trajetória de cortes graduais, mas ainda cercada por cautela.</p>
<p>Esse nível é relevante porque orienta o custo do crédito, o rendimento da renda fixa e as decisões de consumo e investimento, ajudando empresas e famílias a planejarem caixa, dívidas e aplicações com mais segurança.</p>
<p>Além disso, a projeção reflete a leitura de que a atividade econômica perde fôlego, embora o mercado de trabalho siga resiliente, enquanto persistem riscos inflacionários ligados ao cenário externo, à inflação de serviços e a possíveis estímulos à demanda.</p>
<p><u>Para o planejamento econômico, essa referência funciona como um parâmetro central</u>, pois afeta desde contratos até estratégias de financiamento e expansão.</p>
</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Período</th>
<th>Taxa Selic Projetada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Dez/2024</td>
<td><strong>13,75%</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Redução da Selic</strong> representa uma estratégia do Banco Central para equilibrar crescimento econômico e controle da inflação, mas os riscos permanecem.</p>
<p>O futuro econômico depende da capacidade do país em enfrentar os desafios globais e ajustar suas políticas de forma eficaz.</p>
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		<title>Corte de Juros do Federal Reserve Impacta Economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 20:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[corte de juros]]></category>
		<category><![CDATA[federal reserve]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Corte de Juros é um tema que desperta grande interesse entre economistas e investidores, especialmente com a iminente decisão do Federal Reserve anunciando o primeiro corte de taxa de juros de 2025. Neste artigo, exploraremos as razões por trás dessa medida, os impactos globais que ela pode ter, com ênfase especial no Brasil e sua&#8230;&#160;<a href="https://gaveine.com/corte-de-juros-do-federal-reserve-impacta-economia/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Corte de Juros do Federal Reserve Impacta Economia</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Corte de Juros</strong> é um tema que desperta grande interesse entre economistas e investidores, especialmente com a iminente decisão do Federal Reserve anunciando o primeiro corte de taxa de juros de 2025. Neste artigo, exploraremos as razões por trás dessa medida, os impactos globais que ela pode ter, com ênfase especial no Brasil e sua taxa Selic atualmente em 15%.</p>
<p>Vamos analisar a expectativa do mercado em relação ao corte de 0,25 ponto percentual, a influência nas taxas de câmbio e investimentos, além de discutir se essa decisão é técnica ou política, à luz da pressão crescente no emprego nos EUA e as possíveis reações da economia brasileira.</p>
<p></strong></p>
<h2>Cenário Econômico e Contexto do Primeiro Corte em 2025</h2>
<p>O <strong>Federal Reserve</strong>, banco central dos Estados Unidos, desempenha um papel crucial na gestão da política monetária global.</p>
<p>Em 2025, o órgão anunciou seu primeiro corte na taxa de juros após uma sequência de seis reuniões sem alterações.</p>
<p>Este movimento busca combater o desaquecimento do mercado de trabalho e controlar a inflação, em um cenário de <u>pressão crescente por taxas mais baixas</u> e um dólar desvalorizado.</p>
<p>Um corte na taxa de juros, que neste contexto foi de 0,25 ponto percentual, ajusta a faixa de 4,25% a 4,5% para 4% a 4,25%, conforme detalhado em diversos veículos como o <a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/09/15/de-olho-nos-eua-fed-deve-cortar-juros-nesta-superquarta-entenda-impacto-no-mercado-financeiro.ghtml" alt="Notícias do corte de juros pelo Fed">jornal O Globo</a>.</p>
<p>Este tipo de ajuste é uma ferramenta essencial, pois ao reduzir a taxa de juros, o Fed torna o crédito mais barato, incentivando assim o investimento e o consumo.</p>
<p>Em um cenário globalizado, as decisões do <strong>Federal Reserve</strong> impactam economias além das fronteiras dos EUA.</p>
<p>No Brasil, onde a Selic está em 15%, espera-se que este corte possa influenciar o fluxo de investimento e o câmbio.</p>
<p>A importância de monitorar estas mudanças advém do impacto direto que possuem sobre a economia, tanto nas esferas locais quanto internacionais, moldando expectativas e direções futuras do mercado.</p>
<h2>Motivações Técnicas do Corte na Taxa de Juros</h2>
<p>A decisão do Federal Reserve de reduzir a taxa de juros em 0,25 pontos percentuais em 2025 surge como uma resposta a pressões econômicas internas que exigem intervenções rápidas.</p>
<p>Entre esses fatores, destaca-se o <strong>desaceleração do mercado de trabalho</strong>, onde a criação de empregos tem mostrado sinais de enfraquecimento, o que pode trazer impactos negativos na economia geral dos Estados Unidos.</p>
<p>Este cenário reforça a necessidade de tornar o crédito mais acessível, estimulando investimentos e consumo.</p>
<p>Simultaneamente, o <strong>controle da inflação</strong> permanece crucial, uma vez que o aumento dos preços foi contido, mas requer monitoramento contínuo para evitar surpresas desagradáveis.</p>
<p>A pressão sobre o dólar, que atualmente encontra-se desvalorizado, também influencia essa decisão, pois uma moeda mais fraca pode afetar a atratividade de investimentos estrangeiros.</p>
<p>Em resumo, os principais fatores técnicos que levam ao corte de juros incluem:</p>
<ul>
<li>Mercado de trabalho em desaceleração</li>
<li>Inflação sob controle</li>
<li>Dólar desvalorizado</li>
</ul>
<p>Este movimento do Fed é amplamente discutido por especialistas, como pode ser verificado no artigo da <a href="https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2025/09/17/pressionado-fed-deve-fazer-primeiro-corte-de-juros-desde-dezembro.htm" alt="Pressionado, Fed deve fazer primeiro corte de juros">UOL Notícias</a>, que destaca o contexto global que acompanha essa decisão.</p>
<h2>Impacto Global e Repercussões no Brasil</h2>
<p>O recente corte na taxa de juros pelo Federal Reserve dos EUA em <strong>0,25 ponto percentual</strong> já começa a gerar repercussões significativas no Brasil.</p>
<p>Com uma provável depreciação do dólar, o <u>câmbio</u> tende a aliviar a pressão sobre importações, beneficiando setores dependentes de matéria-prima externa.</p>
<p>No entanto, esse movimento pode <strong>intensificar a competitividade</strong> das exportações brasileiras, já que um dólar mais fraco diminui a atratividade dos produtos nacionais no mercado externo.</p>
<p>Além disso, a manutenção da Selic em <u><strong>15%</strong></u> mantém o Brasil como alvo de investidores em busca de melhores retornos, mas o cenário mundial de corte de juros pode incentivar uma revisão dessa política monetária, a fim de evitar sobrecargas e <u>estimular o crescimento econômico</u>.</p>
<p>Os investimentos internos poderiam se beneficiar de um cenário de menor aversão ao risco, com um possível aumento no apetite por ações e projetos de longo prazo.</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Aspecto</th>
<th>Impacto no Brasil</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><u>Câmbio</u></td>
<td>Queda do dólar favorece importações</td>
</tr>
<tr>
<td><u>Selic</u></td>
<td>Pode levar a ajustes na política monetária</td>
</tr>
<tr>
<td><u>Investimentos</u></td>
<td>Aumento no apetite por risco interno</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As decisões do Fed, como as explicadas no <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/fed-corta-juros-nos-eua-em-025-ponto/" alt="Corte de Juros pelo Fed">corte recente</a>, guiam o cenário macroeconômico global, afetando diretamente as estratégias econômicas brasileiras.</p>
<h2>Perspectivas de Mercado e Natureza da Decisão</h2>
<p>O corte de 0,25 ponto percentual anunciado pelo Federal Reserve em 2025 gerou consenso entre os *analistas* de mercado, que já previam essa medida como uma resposta técnica ao enfraquecimento do mercado de trabalho e ao controle da inflação.</p>
<p>Muitos concordam que a decisão não tem conotação política, mas sim um embasamento técnico sólido para estabilizar a economia dos EUA.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/09/17/fed-banco-central-americano-corta-juro-pela-primeira-vez-em-2025.ghtml" alt="Corte de juros pelo Federal Reserve">relatório do O Globo</a>, o corte ocorre após cinco reuniões sem alterações, e agora coloca a taxa no intervalo de 4% a 4,25%, ajustando o cenário econômico atual.</p>
<p>O impacto dessa *decisão técnica* se estende além das fronteiras americanas, afetando significativamente o Brasil, onde os efeitos no câmbio e nos investimentos são aguardados.</p>
<p>Diversos *analistas* observam como isso poderá influenciar a *Selic* e outras taxas de juros globais.</p>
<blockquote><p>A medida do Fed se mostra precisa para endereçar preocupações econômicas, mantendo o foco na estabilização do mercado sem interferências políticas</p></blockquote>
<p>, afirma um notável *especialista*.</p>
<p>Essa avaliação é importante para investidores que esperam por menores instabilidades e um cenário econômico mais previsível.</p>
<h2>Influência do Fed sobre Câmbio e Investimentos Mundiais</h2>
<p>As decisões do Federal Reserve em relação à taxa de juros influenciam diretamente o fluxo de capitais e o valor do dólar.</p>
<p>Quando o Fed opta por um corte na taxa de juros, investidores tendem a buscar ativos de risco em mercados emergentes, como o Brasil, devido ao maior potencial de retorno.</p>
<p>Isso ocorre porque, com juros menores nos EUA, a atratividade das aplicações financeiras americanas diminui, incentivando a busca por alternativas mais rentáveis em outros países.</p>
<p><u><strong>No entanto, juros altos nos Estados Unidos tendem a atrair recursos internacionais, fortalecendo o dólar</strong></u>, como aponta a análise da <a href="https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2025/09/17/fed-taxa-de-juros-estados-unidos-fomc-desemprego-inflacao.htm" alt="Informação sobre taxas de juros dos Estados Unidos na UOL">UOL</a>.</p>
<p>Esse fenômeno de migração de capitais pode depreciar moedas locais, levando à valorização do dólar frente a outras moedas, como o real.</p>
<p>Dessa forma, a política monetária americana exerce influência significativa sobre o câmbio global e o apetite por investimentos.</p>
<p>Analistas destacam que a redução da taxa de juros pelo Fed, como ilustrado por sua decisão de corte recente, <u>tende a beneficiar economias emergentes</u> ao aumentar sua competitividade e atratividade para investimentos externos.</p>
<p>Esse cenário traduz a complexa inter-relação entre as estratégias do Fed e os mercados globais.</p>
<h2>Emprego nos EUA e Olhar Brasileiro</h2>
<p><u>Pressão no Emprego nos EUA</u> Recentemente, o **mercado de trabalho norte-americano** vem sofrendo uma desaceleração, o que gera uma enorme pressão sobre o <u><strong>Federal Reserve</strong></u>.</p>
<p>Com o objetivo de equilibrar o mercado e conter a **inflação**, o Fed optou por reduzir a <a href="https://www.infomoney.com.br/economia/fed-corta-taxa-de-juros-em-025-ponto-percentual-em-linha-com-o-esperado/" alt="corte da taxa de juros pelo Fed">taxa de juros</a> em 0,25 ponto percentual.</p>
<p>Essa decisão visa também manter o poder de compra dos trabalhadores, que vêm enfrentando um aumento no índice de **desemprego**.</p>
<p>Com a taxa elevada, investidores preferem aplicações mais seguras nos EUA, contribuindo para a valorização do dólar.</p>
<p><u>Observação da Economia Brasileira</u> O Brasil, por sua vez, observa atentamente esses desdobramentos dos EUA.</p>
<p>Com a <strong>Selic em 15%</strong>, o país tenta alinhar suas estratégias econômicas ao cenário global.</p>
<p>Um corte nos juros americanos sempre gera impacto sobre as economias emergentes, aumentando as tensões cambiais e influenciando investidores estrangeiros.</p>
<p>A desvalorização do dólar frente ao real poderia, portanto, estimular *investimentos estrangeiros* em setores brasileiros estratégicos, enquanto o <u><strong>Banco Central</strong></u> do Brasil mantém um olhar atento às mudanças externas para ajustar sua própria política monetária.</p>
<p><strong>Em resumo, o aguardado <strong>Corte de Juros</strong> pelo Federal Reserve pode ter repercussões significativas em nível global.</p>
<p>A análise cuidadosa das decisões e seus efeitos será crucial para entender o cenário econômico nos próximos meses, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.</p>
<p></strong></p>
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